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Social Street Castelló, nuevas formas y espacios de relacionalidad

Tras crear un grupo cerrado de Facebook para los vecinos, el Grupo San José Obreroy la Plaza Pintor Sorrolla de Castellón se han convertido en los primeros vecindarios adheridos al movimiento Social Street Castellón. 

Social Street es un movimiento ciudadano surgido en las calles de la ciudad de Bolonia (Italia) durante el mes de noviembre de 2013. Desde sus inicios, el objetivo del movimiento Social Street ha sido la socialización del vecindario a través del fomento de relaciones interpersonales que permitanconocer los intereses y las necesidades cotidianas de la gente, compartir experiencias e inquietudes con la gente que vive en deredor, llevar a cabo actividades con un interés mutuo, cooperar en el desarrollo y mejora del vecindario, solucionar problemas de distinta índole, hablar, tomar café, intercambiar puntos de vista, etcétera.... En definitiva, para crear espación de relacionalidad urbana en un mundo cada vez más atomizado, desencarnado e digitalizado.

Como parte del movimient…

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Dilnéia Couto, 01/09/11

O trabalho escravo no Brasil é um problema sério que vem tentando ser erradicado pelas autoridades responsáveis de fiscalização desse tipo de crimes. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) estima em 25 mil os trabalhadores que se encontram em regime de escravidão somente no Brasil. 



Uma das vozes mais ativas na sociedade civil brasilera em temas de denúncias e informação sobre estas práticas no país é a ONG Repórter Brasil, onde se pode encontrar informações bastante precisas sobre este problema que coloca o Brasil na contramão do desenvolvimento social. 

O mais recente caso que ganhou ampla divulgação pelos meios de comunicação nacionais e internacionais, principalmente a imprensa espanhola que publicou em todos os grandes jornais do país noticia o tema, foi o de uma empresa subcontratada pela marca Zara no interior de São Paulo onde foram encontrados trabalhadores extrangeiros (bolivianos e peruanos) que trabalhavam em regime considerado de "análogo ao de escravidão".

Em uma reportagem divulgada pelo programa "A Liga" da TV BAND Brasil se pôde constatar a situação de calamidade em que se encontravam os trabalhadores que trabalhavam no local, alguns menores de idade. Ainda na mesma reportagem foram mostrados papéis que comprovam que a oficina clandestina de costura recebia pedidos da empresa Zara (Inditex). No dia seguinte a reportagem o assunto esteve entre os TT's do Twitter no Brasil e, também alcançou altos indíces de popularidade no exterior. 

Os diretores responsáveis de Zara foram convidados a comparecer na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo no dia de ontem (31/08/11) para prestar esclarecimentos sobre as denúncias que foram feitas, porém Enrique Huerta González (representante da marca no Brasil) não compareceu a reunião da comissão instalada pela Assembleia Legislativa de São Paulo que investiga denúncias de exploração de trabalho escravo por empresas instaladas no estado, entre elas, a Zara. Em comunicado divulgado na tarde de ontem o representante afirmou que “coloca-se à disposição da Assembleia Legislativa para colaborar em uma data próxima". Uma nova data ainda não foi divulgada.

Este video encontrado no Youtube mostra parte da reportagem feita pelo programa "A Liga":  







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